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http://1.bp.blogspot.com/-1XIurxIbT7Y/To3eAg7Dz8I/AAAAAAAAAcg/GvUIoTAPws0/s1600/papagaiodepapel_ag.jpgBem-vindo a este site.

Como se aprende a gostar de ler? Como descobrir prazer na História? Este sítio destina-se principalmente aos alunos do 2º ciclo, tanto aqueles que amam os livros e são entusiastas pela história como os outros que poderão vir aqui a descobrir que afinal para gostar é preciso tentar.

Ilustração: Ivan Zigg

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ler...

«Ler o último capítulo de um bom livro é como o último dia 

de umas excelentes férias.»



domingo, 13 de outubro de 2013

"Os dois irmãos"

Os dois irmãos
—–
Maria  Alberta Menéres
—-
Eu conheço dois meninos
que em tudo são diferentes.
Se um diz: “Dói-me o nariz!”
o outro diz: “Ai, meus dentes!”
—– 
Se um quer brincar em casa,
o outro foge para o monte;
e se este a casa regressa,
já o outro foi para a fonte.
 —–
É difícil conviver
com tanta contradição.
Quando um diz: “Oh, que calor! ”,
Que frio!” - diz o irmão.
 —-
Mas quando a noitinha chega
com suas doces passadas,
pedem à mãe que lhes conte
histórias de Bruxas e Fadas.
 —–
E quando o sono esvoaça
por sobre o dia acabado,
dizem “Boa noite, mãe!”
e adormecem lado a lado.


Meninos jogando bilboquê,  sd
Belmiro de Almeida ( Brasil, 1858-1935) 

"Imaginação"


" Ou Isto ou Aquilo " de Cecília Meireles


OU ISTO OU AQUILO
(Cecília Meireles)

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.



sábado, 12 de outubro de 2013

"Quando as crianças brincam"

Fernando Pessoa
Cancioneiro
Quando as crianças brincam

  Quando as crianças brincam
E eu as oiço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar.
E toda aquela infância
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.
Se quem fui é enigma,
E quem serei visão,
Quem sou ao menos sinta
Isto no coração.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

" O Enigma da Três Rosas " de Carla Sá



Após um acidente de viação, o Gustavo descobre que herdou do avô um dom muito especial. As suas capacidades de ver e ouvir mais do que o comum dos mortais levam-no a Paris, onde, antes de morrer, o seu avô investigava o desaparecimento de uma rapariga. Acompanhado pelo irmão Nuno, o Gustavo vai ajudar a resolver este misterioso caso e viver a sua primeira aventura como detetive psíquico. Depois disto, o rapaz pacato e bom aluno, louco por basquete, nunca mais será o mesmo...

Magia da Leitura!


Profes-sou

Profes-sou
pra você ser.
E crescer.
E quem sabe um dia

você profes-será.

 
Alexandre Reis


"Apanhadinhos" pela leitura!


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Ler é mágico!!!!


" A Escola " - Paulo Freire



Aprender

"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Fazer é demonstrar que você sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Vocês são todos aprendizes, fazedores, professores."
                                                                                                                            Richard Bach




sábado, 28 de setembro de 2013


Pintura de Bárbara Jaskiewicz-Polónia: " Mulher lendo no jardim"

" A viúva e o papagaio " de Virgínia Woolf

A surpreendente história de uma simpática viúva, uma herança choruda e um belo papagaio, contada por uma das maiores escritoras do século XX, que é obrigatório ler. Mesmo! Por isso, este conto faz parte das Metas Curriculares de Português para o Ensino Básico e é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

Podes ler as primeiras páginas deste livro em: http://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/10-anos/literatura-infantil/a-viuva-e-o-papagaio/

http://glups.leya.com/_media/files/2013/May/a_viuva_e_o_papagaio_upht.pdf


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma escola fantástica

Margarida Fonseca Santos


“Esta é a história de uma escola de artes (o Colégio das Artes).
A filosofia por detrás desta escola é a inovação:
- juntar as várias artes num só espaço
- fazer com que os alunos rodem entre as várias artes
- fazer projetos conjuntos, onde todos possam intervir

É uma escola secundária muito especial.
Os alunos, que vão entrar para o 10º ano, serão os primeiros a estudar desta forma.
Que desafios irão encontrar?
E a escola - sobreviverá?”


É verdade, a Escola Fantástica está a ser relançada e, é importante que se diga isto,numa coleção só sua!!!

Esta história, que mereceu uma crítica em Leitura@Gulbenkian (ler 
aqui), é sobre o ensino das artes e como esta mistura de conhecimentos faz com que o crescimento seja mais equilibrado. Temas como anorexia, alcoolismo, ansiedade de palco, escolhas e solidariedade são partes integrantes desta coleção. Espero que gostem!

O Primeiro Ano de Uma Escola Fantástica

O Colégio das Artes abria as suas portas pela primeira vez, para receber uma pequena multidão cheia de expectativas em relação a um projeto de ensino artístico nunca antes experimentado em Portugal. Foi assim que o Tiago, de Desenho, que andava desanimado, descobriu que afinal gostava era de Teatro. E a Teresa, de Música Clássica, descobriu que o jazz podia ser muito divertido e enriquecer os seus temas musicais.E, bem… aqui nesta escola todos descobriram coisas incríveis! Até os professores descobriram que podiam aprender com os alunos e, assim, pouco a pouco, foram formando uma verdadeira comunidade.
Podem ler um excerto aqui



O Segundo Ano da nossa Escola Fantástica

Margarida Fonseca Santos
Com O Segundo Ano da Nossa Escola Fantástica regressamos ao Colégio das Artes, onde vamos encontrar algumas caras novas. O René um aluno que entra diretamente para o segundo ano, apaixona-se pela Mercedes, que já está comprometida com o Tiago; a Marisa anda a dificultar a vida à Marta, também uma nova aluna; o Miguel recorre a estimulantes e é apanhado. Tudo isto enquanto têm de se preocupar com o sucesso do espetáculo final e com os apoios necessários para continuarem o seu trabalho. Conseguirão estar à altura das expectativas? Tudo parece depender do esforço e da dedicação de todos.



Criança, sonha...

Não saibas: imagina…
Deixa falar o mestre, e devaneia…
A velhice é que sabe, e apenas sabe
Que o mar não cabe
Na poça que a inocência abre na areia.

Sonha!

Inventa um alfabeto
De ilusões…
Um a-bê-cê secreto
Que soletres à margem das lições…

Voa pela janela

De encontro a qualquer sol que te sorria!
Asas? Não são precisas:
Vais ao colo das brisas,
Aias da fantasia…
                Miguel Torga

Pintura de RODRIGO ZANIBONI - A Pelada 

Os meus brinquedos

De repente
Ao lembrar dos brinquedos queridos
 
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário
Me bate uma saudade
Me bate uma vontade
De voltar no tempo
De voltar ao passado
Mas nada acontece
Nada parece acontecer
E eu choro
Choro como o bebé que fui
E a criança que quero voltar a ser
Não quero crescer!

Clarice Pacheco


Humor - A INFORMÁTICA NA PRÉ-HISTÓRIA


Outra Margem...

E com um búzio nos olhos claros
Vinham do cais, da outra margem
Vinham do campo e da cidade
Qual a canção? Qual a viagem?

Vinham p’rá escola. Que desejavam?
De face suja, iluminada?
Traziam sonhos e pesadelos.
Eram a noite e a madrugada.

Vinham sozinhos com o seu destino.
Ali chegavam. Ali estavam.
Eram já velhos? Eram meninos?
Vinham p’rá escola. O que esperavam?

Vinham de longe. Vinham sozinhos.
Lá da planície. Lá da cidade.
Das casas pobres. Dos bairros tristes.
Vinham p’rá escola: a novidade.

E com uma estrela na mão direita
E os olhos grandes e voz macia
Ali chegaram para aprender
O sonho a vida a poesia.


                                  Maria Rosa Colaço


(poema musicado pelos Trovante no álbum «Baile no Bosque», 1981)

Livros...

«Cresci no meio de livros, fazendo amigos invisíveis em páginas que se desfaziam em pó cujo cheiro ainda conservo nas mãos.»


                                                        in A Sombra do Vento

                                                                                                                Carlos Ruiz Zafón


Bons Amigos, 1881
[Retrato de Bertha Edelfelt, irmã do pintor]
Albert Gustaf Aristides Edelfelt ( Finlândia, 1854-1905)
Óleo sobre madeira
Museu Hermintage, São Petersburgo
Rússia

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