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Como se aprende a gostar de ler? Como descobrir prazer na História? Este sítio destina-se principalmente aos alunos do 2º ciclo, tanto aqueles que amam os livros e são entusiastas pela história como os outros que poderão vir aqui a descobrir que afinal para gostar é preciso tentar.

Ilustração: Ivan Zigg

domingo, 26 de maio de 2013

As maravilhas do mundo

“ Quando chegaram à cidade, a velha foi de porta em porta vender a lenha e Oriana voou para cima de um telhado, onde se sentou a ver a cidade, à espera da sua amiga. Enquanto esperava, começou a conversar com as andorinhas:
- Os países distantes são maravilhosos - diziam as andorinhas.
- Contem, contem - pediu Oriana.
- O rei do Sião tem um palácio com um telhado de oiro e na China há torres de porcelana - disse uma andorinha.
- Na Oceânia há ilhas de coral cobertas de relva e palmeiras. E nessas ilhas as pessoas vestem-se com flores e são todas bonitas, boas e felizes - disse outra andorinha.
- Os cangurus têm uma algibeira para guardar os filhos e o rei do Tibete sabe ler o pensamento de todos os homens - disse outra andorinha.
- No alto das montanhas dos Andes há cidades abandonadas, onde só vivem águias e serpentes - disse outra andorinha.
- Que maravilha! Contem tudo - pediu Oriana.
- Não se pode contar tudo - responderam as andorinhas. - As maravilhas do mundo são tantas, tantas! Mas vem connosco, Oriana. Quando vier o Outono nós partimos. Tu também tens duas asas. Vem connosco.
Mas Oriana olhou o vasto céu redondo e transparente, suspirou e respondeu:
- Não posso ir. Os homens, os animais e as plantas da floresta precisam de mim.
- Mas tu tens duas asas, Oriana. Podes voar por cima dos oceanos e das montanhas. Podes ir ao outro lado do Mundo. Há sempre mais e mais espaço. Imagina como seria bom se viesses. Podias voar muito alto, por cima das nuvens, ou podias voar rente ao mar azul, mergulhando a ponta dos teus pés na água fria das ondas. E podias voar por cima das florestas virgens, e respirar o perfume das flores e dos frutos desconhecidos. Vias as cidades, os montes, os rios, os desertos e os oásis. No meio do grande Oceano há ilhas pequeninas com praias de areia branca e fina. Ali, nas noites de luar, tudo fica azul, parado e prateado. Imagina estas coisas, Oriana.
Mas Oriana, olhando o alto céu e as nuvens vagabundas, suspirou e disse:
- Imagino o que seria da velha sem mim quando ela acordasse numa manhã fria de Inverno e não encontrasse nem o pão nem o leite.
- Vem connosco, Oriana - tornaram a pedir as andorinhas.
- Eu prometi tomar conta da floresta - respondeu a fada - e uma promessa é uma coisa muito importante.
Então as andorinhas fitaram-na com olhos pretos duros e brilhantes, e com um ar severo disseram:
- Oriana, não mereces ter asas. Tu não amas o espaço e desprezas a liberdade.
Oriana baixou a cabeça e respondeu:
- Eu fiz uma promessa.
As andorinhas viraram-lhe as costas e não fizeram mais caso dela. “
In Fada Oriana, Sophia de Mello Breyner Andresen



Open publication - Free publishing - More fada oriana
( Trabalho elaborado por ocasião da leitura orientada do livro  A Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Andresen. )

sábado, 25 de maio de 2013

Um amigo

Leif Kristiansson
Escritor de renome internacional, nascido na Suécia em 1936. Em Portugal foram publicados os livros: Um Amigo e Ser feliz, com tradução de Sophia de Mello Breyner. Estar só e Há Sempre Alguém que Precisa de ti são títulos publicados entre nós.





































Amizade







O valor da amizade


( Sobre este filme há um trabalho em " Trabalhos dos alunos ")

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Tim Burton



Hoje vamos falar um pouco deste genioso e carismático realizador e produtor cinematográfico norte-americano de cujas mãos nasceram verdadeiras obras-primas da 7ª arte muitas das quais adaptações de conhecidas obras literárias.

Destacaremos alguns dos seus filmes.


1985 - As Grandes Aventuras de Pee-wee
O excêntrico Pee-Wee protagonizado por Paul Reubens, uma criança dentro de um homem, embarca na maior aventura da sua vida, para achar a sua amada bicicleta, que tinha sido roubada em plena luz do dia. No caminho encontra-se com vários personagens curiosos até descobrir a bicicleta.

1988 – Os Fantasmas divertem-se

Com Geena Davis e Alec Baldwin como um casal recém-falecido que contrata um exorcista, Beetlejuice, para expulsar os yuppies que são os novos proprietários da sua casa na Nova Inglaterra. 


1989 – Batman

Baseado na personagem de banda desenhada com o mesmo nome contava com os atores Michael Keaton, Kim Basinger e Jack Nicholson no seu principal elenco.


1990 – Eduardo Mãos de Tesoura
A extraordinária história de Eduardo cujo inventor morre antes de poder dar-lhe umas mãos. Um filme sempre atual sobre a intolerância em relação à diferença. Para além do bom argumento e das interpretação espetacular de Jonh Depp este filme possui uma banda sonora linda. Merece ser visto e revisto!



1992 – Batman ( O Retorno )



1993 – O estranho mundo de Jack
Neste filme de animação descobre-se um mundo mágico cheio de surpresas. Jack Skellington, rei do halloween decide espalhar a alegria do natal por todo o mundo. Mas a sua bem intencionada missão acaba deixando  o Pai Natal em perigo e cria um pesadelo para as crianças do mundo inteiro.



1996 – Marte ataca!
 Os Marcianos invadem a Terra planeando transformar o nosso planeta no seu parque de diversões. Para isso, vão matando todos que veem pela frente, tudo na mais perfeita diversão. Se o presidente Dale nada fizer, a raça humana poderá entrar em extinção num período curtíssimo de tempo.



1999 - A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça



2005 – Charlie e a fábrica de chocolate

A partir da adaptação do livro de Roald Dahl, com  Johnny Depp no papel de Willy Wonka. Willy Wonka é o excêntrico proprietário de uma fábrica de chocolate e Charlie, um rapaz que vive com a sua família numa casa muito pobre. Após um longo período em que não foi visto por ninguém, Wonka subitamente decide promover um concurso mundial para escolher o herdeiro do seu império de doces... "


2005 -  A Noiva Cadáver 
Filme de animação  com certas parecenças com O Estranho Mundo de Jack. Numa pequena cidade, um jovem acaba sem querer pedindo em casamento uma noiva morta, e vai para o mundo dos mortos, onde encontra várias pessoas mortas.



2010 – Alice no País das Maravilhas
Espetacular recriação da história de Lewis Carrol. Genialmente Tim Burton consegue recriar este mundo maravilhoso povoado de estranhas e excêntricas criaturas e a quem este realizador consegue dar o seu cunho pessoal. Uma vez mais se destaca a interpretação de John Depp como Chapeleiro Louco.




2012 – Sombras da Escuridão



2012 - Frankenweenie
Filme de animação que conta a história de Victor Frankenstein, um garoto que perde o seu cão Sparky num acidente de carro. Após seu professor de ciências, o Sr. Rzykruski, ensinar sobre bioelectricidade, Victor tenta trazer Sparky de volta a vida.





Em 1997 escreveu:

O triste fim do pequeno Menino Ostra e outras histórias - Tim Burton

Composto com poemas e ilustrações do próprio autor.

Nesta obra, em que as ilustrações evocam a doçura e a tragédia da vida, Burton apresenta uma galeria de personagens infantis muito peculiares. Incompreendidos e desajustados, eles lutam para encontrar amor e aceitação num mundo cruel. São desesperançosos e infelizes heróis que nos lembram o lado negro que há em todos nós.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Entrevista a Alice Vieira

Entrevista efetuada a Alice Vieira por Ana Teresa Ferreira, em que esta escritora considera que os livros foram fundamentais na sua "infância complicada" e deve-lhes todos os bons momentos, porque através deles, aprendeu a viver, a vencer os medos, e a ganhar as suas próprias forças.

“A leitura é um prazer enorme.”


          Alice Vieira…   terra a terra
          A senhora das estórias gosta de ter os pés em terra. Natural de Lisboa, […] Alice Vieira é uma das mais conhecidas e editadas escritoras infantis e juvenis portugueses. Alguns dos seus livros tornaram-se já clássicos de leitura –«Rosa, Minha Irmã Rosa», «Este Rei que eu Escolhi», «Os Olhos de Ana Marta». Existe nela, e vão percebê-lo nesta entrevista, um airoso despacho de expectativas e lugares comuns e uma veemente afirmação do gosto pela leitura. Faz-se acompanhar das palavras de Erico Veríssimo e dos seus poetas de eleição e - sempre ocupada entre novas edições, a divulgação junto a escolas, e novos projectos de escrita - divaga apenas quando se lembra das horas de sono que a Bela Adormecida de lhe leva de avanço... Não parece contudo ter vontade alguma de parar. Há aqui um singular entranhado de palavras e vida, fugas e encontros, força e solidão. Com mais dezenas de títulos editados entre o romance, a poesia, o conto e o teatro, distinguida com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças, e fazendo parta da lista de honra do IBBY (International Board on Books for Young People), Alice Vieira aceitou falar um pouco de si.  

Círculo de Leitores (CL) - Também se cresce (e vence medos) lendo?
Alice Vieira (AV) - Os livros foram a minha tábua de salvação numa infância complicada. Foi com eles e através deles que aprendi a viver, a arranjar maneiras de enganar os medos, a angústia, o sobressalto. Todas as horas boas da minha infância a eles as devo. Ensinaram-me a não desesperar,  e sobretudo a encontrar forças em mim própria, a nunca esperar nada dos outros e tudo de mim. Foi uma lição para a vida inteira.

CL - Existe uma personagem que a aterrorize ainda hoje?
AV - Não me lembro de ter medo de alguém ou de alguma personagem. Lembro-me de ter medo dos barulhos do corredor da casa onde vivia, que era enorme e rangia quando as tias andavam para lá e para cá, de madrugada, a ver se as insónias passavam. E tinha pesadelos, imaginando que uma mão vinha de debaixo da cama para me agarrar.

CL - Se tivesse de atravessar uma floresta negra, sozinha, de quem se faria acompanhar?
AV – Se calhar era poético responder: “de uma fada que, com a varinha de condão resolvesse todos os problemas”. Mas, terra a terra como sou e sempre fui, preferia a companhia de um guarda-florestal conhecedor do sítio... (Já agora, loiro, de olhos azuis, e do Benfica...)

CL - A Alice marcou já tanto o imaginário de todos nós. Queria contudo perguntar-lhe de que forma a marca a si a escrita?
AV - A minha escrita foi sempre a minha profissão. Nunca tive outra. Para além disso foi sempre a minha maneira de contactar com os outros. Desde muito cedo. É uma ligação muito pragmática: precisava das palavras escritas para sair donde estava e atingir quem eu queria e estava longe. Lembro-me de ter sempre escrito muitas cartas. Quando era criança fascinavam-me os actores de teatro, que as minhas tias me levavam a ver ao Teatro Nacional. E depois escrevia-lhes. E eles respondiam-me! Percebi muito cedo que seria pela escrita que eu iria "fugir".

CL - Podia falar-nos um pouco do seu percurso enquanto leitora?
AV - Nunca me lembro de não ter um livro nas mãos. Aprendi a ler e a escrever muito cedo e sozinha. Lia tudo o que encontrava. Chorava com aqueles dramalhões da Colecção Azul que as minhas tias liam. Muito mais tarde, com o andar dos tempos, comecei a aprender a ser selectiva, mas em miúda lia tudo e acho que foram os livros maus que eu li que me deram o gosto pela leitura: a vontade de ler mais, e mais... Lembro-me de ler e reler, e rerereler "A Princesinha", da Frances Burnett, e de nunca esquecer o que me ensinou Sarah, a menina rica que ficava muito pobre -  "mesmo em tempo de grande angústia nunca se deve perder a dignidade e o requinte". Mas o grande autor da minha infância, da minha adolescência, da minha juventude foi Erico Veríssimo. Na minha mesa de trabalho tenho uma grande fotografia dele, e tenho outra, mais pequena, que anda sempre na minha carteira junto das fotografias dos homens da minha vida... Hoje sou uma leitora compulsiva, não sigo nenhuma linha rígida de apetências literárias, é o que me apetece no momento. Leio muita
Poesia. Sempre. Sempre à cabeceira (ou na mala, quando viajo) o meu trio inseparável: Ruy Belo, Tolentino Mendonça, Daniel Faria.

CL - São prazeres distintos: o de ler, e o de escrever?
AV - A leitura é um prazer enorme. A escrita é um prazer muito doloroso, muito complicado, muito tempestuoso... Não tenho a escrita fácil, emendo imenso, deito fora livros já prontos se tenho a mínima suspeita de que sou capaz de fazer melhor. Não é uma paixão tranquila (se é que há paixões tranquilas...). Mas preciso dos dois prazeres para me sentir viva.

CL - A Alice Vieira tem-se também dedicado a uma recolha de conto tradicional português. Como tem sido essa experiência?
AV - É outro tipo de trabalho, outro tipo de escrita, outro tipo de linguagem e de ritmo. A literatura tradicional-- que, como se sabe, não é especialmente dirigida a crianças - interessa-me muito por aquilo que nos ensina de nós próprios, dos nossos medos, das nossas angústias, e também pelo que nos dá de outras gentes e civilizações.

CL – O conto tradicional parece guardar uma voz misteriosa...
AV - É a voz dos que tentaram entender a alma humana , e os mistérios da natureza, e a relação com o divino, e os obstáculos necessários à obtenção da felicidade - que é sempre aquilo a que se quer chegar.

CL - Falo do conto tradicional, mas a Alice Vieira é conhecida pela proximidade que mantém com o universo infantil e juvenil. Como mantém essa frescura e proximidade?
AV - Se calhar porque me sinto adulta, porque falo com eles como adulta que sou, e porque não faço nada de propósito para lhes agradar. De resto, quando escrevo sou terrivelmente egoísta: só penso em mim e se gosto do que estou a escrever, e se aquilo me dá prazer.

CL - O que gosta de fazer que não envolva ler nem escrever?
AV - Gosto de não fazer nada. Gosto de namorar. Gosto de almoçar com as minhas amigas. Gosto de ir às compras com a minha neta mais velha e de brincar com os mais novos. Gosto de ir ao ginásio. Gosto de estar nas esplanadas dos cafés. Gosto de ir ao fim da tarde aos concertos da Gulbenkian.

CL - Permita-me agora um desafio. Se pudesse saltar para dentro de uma história e alterá-la, em que história gostava de cair assim de supetão?
AV - Cansada como ando, adorava cair no conto da Bela Adormecida. O que ia alterar? Bom, talvez não dormisse cem anos. Mas cem dias de sono garanto que ninguém me tirava!

                                        in revista Círculo de Leitores, nº185

terça-feira, 21 de maio de 2013

A Magia da Leitura

Fonte: http://mundodefantas.blogspot.pt/2013/02/resenha-o-manequim-e-o-rouxinol-antonio.html

“Folhear um livro é espreitar para dentro de uma caixinha sem chave, uma caixinha ao alcance das mãos e dos olhos. Não há segredos.
-         Que tens tu guardado para me dar? – perguntamos nós ao livro.
Aí o livro conta, não pára de contar o que dentro dele tem guardado para nós. (...)
Terminado, fechado, o livro que nos deu prazer fica-nos na memória, resiste ao esquecimento, ilumina ainda.“
António Torrado , O Manequim e o Rouxinol

Ler é realmente mágico!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

A História Interminável

A respeito do desafio que lancei aqui no blogue:

Desafio 1 - E se fosses uma personagem de um livro? 



Michael Ende

Quem nunca chorou, às escondidas ou na frente de todo o mundo, lágrimas amargas porque uma história maravilhosa chegou ao fim e é preciso dizer adeus às personagens na companhia das quais se viveram tantas aventuras, que foram amadas e admiradas, pelas quais se temeu ou ansiou, e sem cuja companhia a vida parece vazia e sem sentido? (…) "
A História Interminável de Micheal Ende



Nacionalidade: Alemanha
Data de nascimento: 12/11/1928
Data de falecimento: 29/8/1995

Biografia: Michael Ende foi um dos escritores mais notáveis do seu século, e ao mesmo tempo um dos mais versáteis. Para além de obras infantis e juvenis, escreveu textos para livros ilustrados, livros para adultos, peças de teatro e poesia. Muitas das suas obras foram adaptadas para cinema, rádio, televisão ou teatro, como foi o caso de  A História Interminável.  Esta obra publicada em 1979 recebeu numerosos prémios literários alemães e internacionais, foi traduzida para cerca de 40 países tendo vendido até hoje cerca de 8 milhões de exemplares. ( Fonte : http://www.presenca.pt/autor/michael-ende/ )

Michael Ende - A História Sem Fim ( o texto está em português do Brasil )



Outros livros do mesmo autor:


Momo é uma criança de cento e tal anos que aparece um dia na cidade, junto ao anfiteatro. Uma criança abandonada que tem, no entanto, algo especial: ela sabe ouvir. Simplesmente ouvir o que as pessoas têm para falar.
Graças a esta particularidade Momo reúne junto a si um número interminável de amigos, de todas as idades. As crianças gostam da maneira como ela brinca com elas, e os adultos da maneira como ouve. Quando falam com ela parece que as ideias fluem mais depressa e conseguem encontrar logo solução para os seus problemas.
Mas um dia surgem problemas mais sérios. Aparecem uns senhores cinzentos em quem ninguém repara. A cidade começa a ficar escura. Perde a alegria à medida que os habitantes começam a trabalhar cada vez mais, para poupar tempo, dizem.
Os amigos de Momo começam a não aparecer. Têm mais coisas em que pensar. E um a um todos se vão embora e Momo fica sozinha.
Até que conhece Cassiopeia, a tartaruga, e através dela o Mestre Hora. Ele vai-lhe explicar o mistério do Tempo. E ensina-lhe o mais importante: como derrotar os homens cinzentos.



Fonte: http://www.fnac.pt/A-Escola-de-Magia-Michael-Ende/a306050?PID=16&Mn=-1&Ra=-1&To=0&Nu=2&Fr=3
O narrador foi convidado a visitar o colégio para magos no Reino dos Desejos. Ali conheceu um menino chamado Mug e uma menina chamada Amalaswintha ou, para abreviar, Mali. Mug e Mali são gémeos de cabelo negro e olhos azuis e este será o primeiro ano que vão ao colégio dos magos.



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